2 de novembro de 2014

O destino é aquilo que "A gente nunca sabe se o que lhe sucede é, em definitivo, bom ou mau."

Talvez não fosse mau se, como disse Albert Einstein, tivéssemos o destino que merecemos, porque este "está de acordo com os nossos méritos." Se assim fosse eu poderia acreditar e aceitar mais naturalmente a frase de Bob Marley que diz que "Todo homem tem direito de decidir seu próprio destino."

Mas a vida vai-nos trazendo novos rumos e talvez dessa forma faça mais sentido o que escreveu Fernando Pessoa: "Assim como lavamos o corpo devíamos lavar o destino, mudar de vida como mudamos de roupa."

Mesmo assim acredito mais que "O destino baralha as cartas, e nós jogamos." - como disse Arthur Schopenhauer, se bem que, por outro lado, tal como escreveu Daniel Defoe, "Desejar o melhor, recear o pior e aceitar o que vier.", talvez seja a melhor opção.

Mas não deixa de ser engraçado que esta segunda-feira se possa aplicar, de forma completamente oposta, o que defendia Jean de La Fontaine, porque dizia "Não poucas vezes esbarramos com o nosso destino pelos caminhos que escolhemos para fugir dele." E sabem porquê? Porque procurei este caminho há cerca de 10 anos e não tive a sorte de o encontrar.

Por isso, concluo com o que entendo ser mais aplicável à forma como vejo o que chamamos de destino com uma citação a Eça de Queiros, em Os Maias, que diz "A gente nunca sabe se o que lhe sucede é, em definitivo, bom ou mau."

Digo isso de forma consciente, porque se conjugar com o que escrevi em "A vida é um conjunto de surpresas", acho que não haverá lugar a dúvidas!

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2013.02.07

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