Dizer que mãe há só uma, é a maior das verdades!

Cecília de Albuquerque
(minha Mãe)
Como uma flor que todos os dias abre em todo o seu esplendor, ela é para nós alguém muito especial. 

Dizer que apenas merece que a lembremos neste dia, é como participar de uma qualquer campanha de recolha de alimentos ou de apoio a uma qualquer instituição, porque fica bem ou porque sentimos que devemos participar.

Mas ela nunca esperou pelo dia «A» ou «B». Teve que olhar por nós todos os dias, como se não houvesse amanhã, deixando muitas vezes de comer para que a nós nunca faltasse nada, dentro daquilo que era o razoável e indispensável, naturalmente.

A bem da verdade, em certos e determinados momentos das nossa vidas, por culpa do destina, a história da bolacha não acontecia, porque nem uma só havia. Mas havia o mais importante. E mesmo reconhecendo que algumas coisas poderiam ter sido melhores, tais acontecimentos acabaram, também, por contribuir para me transformar no homem que hoje sou.

Pode não ser a melhor do mundo, mas é a minha. Se nas bolachas não podia dizer, neste caso posso, e com toda a certeza, que  há só uma, Ela e mais nenhuma.

Independentemente de noutros dias continuar a respeitá-la, como sempre o fiz, deixo esta mensagem especial, à pessoa que, acredito, tudo fez para que os seus filhos fossem pessoas dignas.

Obrigado Mãe!